domingo, 25 de outubro de 2015

COMO TOMAR DECISÕES?

























DECISÃO CRIATIVA
O Processo de Tomada de Decisão/Omissões(*).

A Diferença Entre a Decisão Doída e a Doida.

"Compilado por Osvaldo Aires. Esse texto faz parte de inúmeros outros onde tento conceituar palavras importantes do dia a dia do mundo empreendedor e da psicossociologia"

Perceba de uma vez por todas: Se prepare para a pior situação [planeje-se] e assim poderás esperar o melhor.

Veja que: Se algo pode dar errado, vai dar errado. Se algo que ia dar errado deu certo é porque, ainda deu errado. Nunca de chance para o azar. Corra sempre o risco do mais certo. Não há caminho (modo) certo para fazer o errado. O erro não vinga.
Desenvolva o poder do “pensamento planejamento pessimista”, preventivo, precavido, defensivo, concreto, diligente e detalhista – de inspirações ousadas. Quando uma coisa sai errada muitas vezes, com certeza é a intenção que está errada.
A saída parece ser ter um “otimismo” condicionado a consciência, a realidade, a objetividade, a inteligência, a lógica, a disciplina e, para começar fazer o básico com excelência regularmente. Otimismo é não deixa que a dificuldade exterior seja maior do que a solução.

VEJA QUE INTERESSANTE

“Não há memória ou tomadas de decisão neutras, sem emoção”.

A serotonina (5H-T) é um neurotransmissor conhecido por regular o humor. Ela é alvo de vários antidepressivos que agem inibindo sua receptação nas sinapses (o PROZAC é um deles). O efeito dessas drogas é o de manter a serotonina ligada por mais tempo em seus receptores, compensando uma teórica diminuição de seus níveis no cérebro (principalmente em casos de depressão).

Um dos precursores da serotonina no organismo é o aminoácido triptofano. Se houver uma falta aguda de triptofano no organismo, então a via metabólica de produção de serotonina é desligada.

O tópico trata de um estudo onde pessoas passaram por uma depleção aguda de triptofano em suas dietas e então foram submetidas ao jogo do Ultimato. Os resultados foram comparados com o de pessoas com dietas com níveis normais de triptofano e o resultado foi então meio surpreendente: Essas pessoas passaram a rejeitar com maior freqüência propostas menos justas do que pessoas com dietas normais.

O jogo do ultimato, foi criado por estudiosos de economia e de teoria dos jogos. Nesse jogo, uma banca oferece uma quantia fixa de dinheiro a dois jogadores. O primeiro jogador recebe todo o dinheiro e faz uma proposta de divisão do dinheiro para o segundo jogador, oferecendo uma parcela do dinheiro.
O segundo jogador tem a chance de avaliar a proposta. Se achá-la boa pode aceitá-la e o dinheiro é dividido como proposto pelo primeiro jogador. Mas se o segundo jogador achar a proposta muito baixa pode recusá-la. Se isso ocorrer, então nenhum dos dois leva nada.

A ação mais racional nesse jogo seria a de aceitar sempre a proposta do primeiro jogador, não importando qual ela fosse. Porém, na prática, seres humanos tendem a querer punir os jogadores que oferecem propostas injustas, rejeitando-as.
Assim uma manipulação da bioquímica do cérebro humano (como o triptofano) pôde alterar o comportamento e influenciar diretamente na tomada de decisões de pessoas.


A PSICOLOGIA ECONÔMICA
A PSICOLOGIA DAS TOMADAS DE DECISÕES.

A psicologia econômica, comportamental, do consumidor, organizacional ou ocupacional. Esse texto foi pensado para pensar, portanto, para mostrar como somos muito menos racionais do que gostaríamos, na verdade previsivelmente irracionais.
Se isso o deixa perplexo então comece a pensar em coisas que achamos que estamos perfeitamente certos, mas de fato, depois de aprofundarmos, não temos nenhuma base racional para sabermos se de fato estamos.

(*) Nota do Autor: Omissões são oportunidades perdidas. Se tiver que errar erre pelo excesso e não pela omissão. Use a lógica do paroxismo(1) em todos os sentidos da idéia para saber a validade da mesma. Paroxismo: (cs) [Do gr. paroxysmós, 'estimulação', 'excitação'; 'paroxismo (1)'.] 1.Med. Estágio duma doença, ou dum estado mórbido, em que os sintomas se manifestam com maior intensidade. 2.Fig. A exaltação máxima de uma sensação ou de um sentimento; auge, apogeu:"Às vezes, quando os seus gestos eram mais bruscos, o rosto assumia um paroxismo tal de pavor que ninguém se furtava à impressão terrificante de tal cena." (Medeiros e Albuquerque, Contos Escolhidos, p. 144.)
Paroxismo vulcânico. 1. Geol. A intensidade maior da atividade vulcânica. ~ V. paroxismos.

- Por que somos irracionais?
- Pela própria evolução. Imagine que você é um animal na selva e acha que vê um predador. Você pode parar para avaliar se é bom fugir ou ficar? É claro que não, décimos de segundo são fatais num ataque.

Você simplesmente corre apavorado. É uma ação que está muito além do ato de pensar. Essa característica é boa na selva, mas não está de acordo com a sociedade moderna ou “selva de pedra”. Não fomos desenhados para o mundo que criamos. Sofremos ameaças a todo instante e não podemos fugir ou agredir.

- Por que achamos que podemos pensar apropriadamente sobre dinheiro? Trata-se de uma invenção novíssima. A falta de caráter e falta de jeito para lidar com dinheiro e muitas outras coisas é que geram as crises.

PARTE - I e II

Esta apostila é parte integrante do Programa Cria-atividade. Todas as nossas apostilas são preceitos que, interpretados e aplicados com força de caráter, deságuam na necessidade primordial e brutal de rupturas; com avanços radicais, persistentes e contínuos. Parte-se do pressuposto que o melhor a ser feito quase nunca, inicialmente, é o mais conveniente para quem as pratica. Aqui se pretende que você saiba a diferença entre: Ousadia, fracasso e uma decisão responsável.

Aprimore seus conhecimentos nas apostilas de:
- Negociação; Kit Organize-se (Fundamentos de Organização Vencedora); Nossa Visão de Inovação Part I - Soluções Lucrativas; Contrato – Como Fazer um (Bom)?


A ESPERANÇA
Posted by Osvaldo Aires Bade on Sábado, 31 de outubro de 2015

PREFÁCIO
A Inveja criativa. A Inteligência emocional acima de tudo.

“O problema da maioria das pessoas é que elas pensam com suas esperanças, medos ou desejos, em vez de usar suas mentes, se as tivessem” 

Aquele que não confunde as estações, que se torna “forte” ao equilibrar todos os pontos de vista, merece o título de gerente do universo. No momento em que você não transfere os problemas de uma esfera para outra, simplesmente não vem a sofrer errado, não perde o ponto de apoio, que é garantido pela(s) outra(o) área(s) que não o está(ão) afetando. Se você está tendo problemas no “trabalho” e ao sair da empresa ou local onde exerce suas atividades, desliga os sentimentos referentes àquela área. Ao chegar em casa ou em outro local, tente, comporte-se como se “nada” tivesse acontecido. Isto é, não se impregne e consiga (sempre que possível) outras condições de estado emocional.

A área onde você está entrando pode servir de ponto de apoio para a solução do problema anterior (cuidado com a impregnação do ambiente). Todas as soluções aparentemente vêm de forma inconsciente – quando você realmente já tentou o possível e o impossível e está exausto, muitas vezes até já em sono profundo, nunca chute o gato... (o gato é o símbolo mitológico(1) da intuição e da emoção). Toda vez que você “chuta o gato” está machucando alguém ou alguma coisa.
Divida os problemas em padrões muito bem diferenciados. Os limites evitam atritos. PONHA-OS EM TUDO. Adote métodos e processos elevados e rígidos. Veja mais em Nossa Visão de Disciplina, O Dom do Sono, Oração de Objetivo e O pulo-do-gato.

(1)  Mitológico: [Do gr. mythologikós.] 1.Relativo à, ou próprio da Mitologia:[Do gr. mythología.]1.História fabulosa dos deuses, semideuses e heróis da Antiguidade greco-romana.2.O conjunto dos mitos [v. mito (1 a 3)]próprios de um povo, de uma civilização, de uma religião: mitologia hindu; mitologia grega.3.Ciência, estudo ou tratado acerca das origens, desenvolvimento e significação deles. [Cf. mitismo (1) e mitografia.]4.O conjunto dos mitos [v. mito (3)] relacionados com um personagem, um fato, uma doutrina, um tema, etc.: No Brasil criou-se uma mitologia do futebol.Mito: [Do gr. m~thos, 'fábula', pelo lat. mythu.] 1.Narrativa dos tempos fabulosos ou heróicos. 2.Narrativa na qual aparecem seres e acontecimentos imaginários, que simbolizam forças da natureza, aspectos da vida humana, etc. .Representação de fatos ou personagens reais, exagerada pela imaginação popular, pela tradição, etc. 4.Pessoa ou fato assim representado ou concebido: Para muitos, Rui Barbosa é um mito. [Sin. (relativo a pessoa), nesta acepç.: monstro sagrado (q. v.).] 5.Idéia falsa, sem correspondente na realidade: As dívidas surgidas no inventário demonstram que a sua fortuna era um mito.6.Representação (passada ou futura) de um estádio ideal da humanidade: O mito da Idade do Ouro.7.Imagem simplificada de pessoa ou de acontecimento, não raro ilusória, elaborada ou aceita pelos grupos humanos, e que representa significativo papel em seu comportamento.8.Coisa inacreditável, fantasiosa, irreal; utopia: 

 A perfeição absoluta é um mito.9.Antrop. Narrativa de significação simbólica, transmitida de geração em geração e considerada verdadeira ou autêntica dentro de um grupo, tendo ger. a forma de um relato sobre a origem de determinado fenômeno, instituição, etc., e pelo qual se formula uma explicação da ordem natural e social e de aspectos da condição humana. 

10.Filos. Forma de pensamento oposta à do pensamento lógico e científico. 



Mito da caverna. 1. Filos. Aquele com que Platão (v. platonismo), no começo do livro sétimo da República, figura o processo pelo qual a alma passa da ignorância à verdade.

Decisões são p-r-o-c-e-d-i-m-e-n-t-o-s na condução da vida, e procedimentos é a inteligência (tática (1)) distribuída e compartilhada intensamente – aprendizagem. É a segurança em ação com inovação. São orientações escrita do acúmen (2) e do CERTO.

(1)  Tática: [Do gr. taktiké (téchne), i. e., 'arte de manobrar tropas'.] 1.Parte da arte guerra que trata da disposição e da manobra das forças durante o combate ou na iminência dele. 3.Fig. Processo empregado para sair-se bem num empreendimento. 4.Fig. Meios postos em prática para sair-se bem de qualquer coisa. 2.Parte da arte da guerra que trata de como travar um combate ou uma batalha. [Cf., nesta acepç., estratégia (2).] [Do gr. strategía, pelo lat. strategia.] 1.Arte militar de planejar e executar movimentos e operações de tropas, navios e/ou aviões, visando a alcançar ou manter posições relativas e potenciais bélicos favoráveis a futuras ações táticas sobre determinados objetivos. 2.Arte militar de escolher onde, quando e com que travar um combate ou uma batalha. [Cf., nesta acepç., tática (2).] 3.P. ext. Arte de aplicar os meios disponíveis com vista à consecução de objetivos específicos. 4.P. ext. Arte de explorar condições favoráveis com o fim de alcançar objetivos específicos. 5.Fig. Fam. V. estratagema (2): [Do gr. stratégema, pelo lat. estrategema.] 1.Ardil empregado na guerra para burlar o inimigo. 2.Fig. Artifício hábil e astucioso; manha, ardil, estratégia:  O comerciante usou de ótimo estratagema para atrair a freguesia;"Com dois estratagemas, destruía os receios mais fundados"
(Vitorino Nemésio, Mau Tempo no Canal, p. 316). 3.V. armadilha (2).
(*) Notas do autor: No sentido pratico é a habilidade para lidar com qualquer situação de modo positivo. Tático (do grego taktikós ‘capaz de por em ordem’): relativo a tática; indivíduo perito em tática.

(2) Acúmen: [Do lat. acumen.]1.V. acume. [Pl.: acumens e (p. us. no Brasil) acúmenes.] Acume: [Var. de acúmen.] 1.Ponta aguda e comprida.2.Ponto mais alto; ápice, cume.3.Fig. Agudeza, astúcia, argúcia.4.Fig. Estímulo, incentivo, Acicate: [Do ár. a8-8awkkAt, pl. de a8-8akka(t), 'espora de uma só ponta; pua'.] 1.Espora de um só aguilhão:"Um clérigo velho, montado em uma alentada mula branca, .... espicaçava os ilhais da cavalgadura com seus acicates de prata." (Alexandre Herculano, Lendas e Narrativas, II, p. 71.) 2.Fig. Incentivo, estímulo:"Se fugiu [Alexandre Magno], diga-o o seu Bucéfalo, em que montado e transmontado se salvou dos perigos da guerra índica: sendo-lhe tão fiel, que as mesmas lanças, que o crivaram, teve por acicates para correr melhor até o pôr em seguro" (P.e Manuel Bernardes, Nova Floresta, IV, p. 270). [Var.: açucate.]
                                                                    
APRESENTAÇÃO - PARTE I
INOVAÇÃO É ENTENDER O CLIENTE, SEU CONTESTO E TRAZER UMA SOLUÇÃO DIFERENTE DO ESPERADO, MAS COM RESULTADOS QUE SUPEREM AS EXPECTATIVAS.

- O QUE É UMA EXCELENTE DECISÃO?

É elencar nesta ordem o que é essencial, importante, urgente e acidental e ainda com priorização nas seguintes áreas dessa equação(1):
- do mais oportuno lucrativo hoje e, em longo prazo.

A FUNDAMENTAL CONTRIBUIÇÃO DA TRISTEZA À CONDIÇÃO(2) HUMANA, NA APRENDIZAGEM E TOMADA DE DECISÃO.

A tristeza com relação a algum fato nos leva a pensar sobre ele. Pensamos em solução, ou seja, trata-se de um mecanismo psíquico que nos dá condições de reflexão sobre nós mesmos e até mesmo para evitar a repetição do erro, assim como o organismo nos avisa que algo não vai bem na dor física e no medo (desde que você tenha desenvolvido essa capacidade reflexiva interior de uma maneira positiva e correta – estude mais na página numero 11 -  sobre intuição).

(1)  Equação: [Do lat. aequatione.] 1.Mat. Qualquer igualdade entre seres matemáticos que só é satisfeita para alguns valores dos respectivos domínios. [Cf. identidade (7).]

(2)  Condição: [Do lat. conditione.] 1.V. circunstância (3). 2.Modo de ser, estado, situação (de coisa). 3.Maneira de viver resultante da situação de alguém. 4.Classe social. 5.Caráter, índole: Tímido, não tem condição para mandar.6.Obrigação que se impõe e se aceita; condicional. 7.Categoria elevada, distinção: 

É pessoa de condição.8.Qualidades requeridas como ideais: aparelho em más condições.9.Inform. Expressão booliana (q. v.) cujo resultado pode ser apenas verdadeiro ou falso. 



Condição de contorno. 1. Anál. Mat. Condição imposta à solução de uma equação diferencial ou de um sistema de equações diferenciais, e que deve ser satisfeita para determinados valores das variáveis independentes. 

Condição inicial. 1. Anál. Mat. Condição que se impõe à solução duma equação diferencial ou às suas derivadas. [Em geral, refere-se a problemas físicos em que a variável independente é o tempo, cujo valor inicial se faz nulo.]

Condição necessária. 1. Mat. A que é conseqüência lógica de uma dada condição ou de um conjunto de condições. 
Condição sine qua non. 1. [Lat., 'sem a qual não'.] Condição indispensável. [V. sine qua non.]
Condição suficiente. 1. Mat. Condição da qual se obtém outra logicamente. 
Condições normais de temperatura e pressão. 1. Fís. Estado de um sistema cuja temperatura é igual a 0° C e cuja pressão é igual a 760mm de mercúrio normais. [Abrev.: CNTP.]
Sob condição. 1. Condicionalmente.

Hoje em dia, sofre-se, também, por não querer sofrer. Do mesmo modo que se pode adoecer de tanto procurar a saúde perfeita ou a beleza perfeita.
Não confunda tristeza com depressão clínica que é uma síndrome.

Um dos pilares do budismo(1) é a impermanência, segundo a qual tudo é transitório, em constante mudança. Para o Dalai Lama(2) se as coisas podem ficar ruins de um momento para o outro, as ruins podem ficar boas rapidamente.

O ideal é apreciar os recados da tristeza, enquanto ela não vai embora.

O PARADOXO DA OPÇÃO
Porque mais é menos?

“É hora de escolher ou ser preterido(1). A covardia da incerteza pela incerteza é o maior impedimento de nossa felicidade e/ a coragem pela coragem é a tola covardia disfarçada” 

Não fomos feitos para sermos racionais. A evolução é lenta e ainda não nos preparou para vivermos na sociedade moderna que construímos.
Não é fácil, mas, manter o censo crítico sob controle é outro segredo para ser feliz.


(1) Budismo: [De Buda + -ismo.] 1.Filos. Sistema ético, religioso e filosófico fundado por Siddhartha Gautama, o Buda (Ásia Central, 563-483 a.C.), difundido por todo o L. asiático, e que consiste fundamentalmente no ensinamento de como, pela conquista do mais alto conhecimento, se escapa da roda dos nascimentos e se chega ao nirvana. Por volta do séc. III separaram-se dois ramos diferentes do budismo: o budismo hinaiana e o budismo maaiana. [V. darsana.]. Nirvana: [Do sânscr. nirvâna, 'extinção (da chama vital)'.] 

1.Filos. No budismo, estado de ausência total de sofrimento; paz e plenitude a que se chega por uma evasão de si que é a realização da sabedoria. 2.Fig. Quietude perpétua: "todas as embriaguezes, assim as mundas como as imundas, .... conduzem ao nirvana, ao olvido da personalidade" (Tristão da Cunha, Cousas do Tempo, p. 143). 3.P. ext. Apatia, inércia.



Budismo hinaiana. 1. Filos. Ramo ortodoxo do budismo, também chamado pequeno veículo, e que se espalhou pelo S. da Ásia. [Tb. se diz apenas hinaiana.]

Budismo maaiana. 1. Filos. Ramo do budismo, também chamado grande veículo, difundido principalmente por todo o N. da Ásia, e que se opõe ao budismo primitivo por considerar que, muito embora a aspiração final deva ser o nirvana, deve este, por compaixão, ser adiado, a fim de que o sábio possa dedicar-se a ensinar aos outros o caminho da salvação. [Tb. se diz apenas maaiana.]

Budismo zen. 1. Filos. V. zen.

(2) dalai-lama: [Do mongol dalai, 'oceano', + mongol lama, 'lama2'.]1.O chefe supremo do lamaísmo (q. v.). [Pl.: dalai-lamas.] Lamaísmo: [De lama2 + -ismo]1.Religião dominante do Tibete, originada, no séc. VII, do budismo maaiana, associado aos cultos mágicos locais e ao tantrismo, e cujo chefe supremo é o Dalai-Lama.

Quando você decide descartar muitas outras opções, mesmo que você tenha escolhido o melhor, sempre ainda há a possibilidade de algo melhor.

Perder tempo e energia duvidando das suas escolhas (certas) você nunca conseguira estar “satisfeito” com o que tem – veja que bem usufruir é saúde.
Se você vê só 1 (uma) alternativa você é doente mental (robô). Se você vê só 2 (duas) alternativas – atacar ou fugir – você age como um animal qualquer. Agora, se você tem mais de 3 (três) alternativas (planos A, B e C), aí sim, você é inteligente.

- Por que somos levados a tomar decisões sem base racional?
- Nosso corpo automatiza alguns processos e cria hábitos. É o mesmo que acontece quando começamos a dirigir: primeiro, temos de pensar em cada movimento, depois, executamos a tarefa automaticamente. A economia clássica assume que somos racionais. A (psico)economia comportamental, não. Exemplo: Se fôssemos racionais, não deveria haver a preocupação com a saúde, porque todo mundo já cuidaria da melhor maneira possível da sua.
                                       
Pela perspectiva clássica, não há como melhorar o mundo, porque todos já agem racionalmente. Na perspectiva da economia comportamental, temos um conhecimento limitado sobre nós. E assim se conseguirmos entender melhor o mundo - (nós), poderemos até mudá-lo.

Exemplo: com relação aos nossos desejos e gastos financeiros é sempre bem melhor exercemos de cabeça fria, ou seja, sem estar na frente da vitrine, olhando para o produto. Sem estar diante do objeto do desejo, podemos tomar decisões mais sabias. Baseado nisso é que surgiram cartões de créditos e consumos pré-fixados em que os gastos são preestabelecidos pelo cliente de cabeça fria, ou seja, supostamente em condições ideais de tomada de decisão. A questão sempre é, como conseguir seguir as (nossas) melhores determinações.  

- As marcas influenciam em nossa decisão de compra?
- As marcas têm uma influência fundamental em como vemos o mundo. Elas mostram como nós misturamos realidade com expectativa. Vivemos o mundo em parte como ele é e, em parte, como esperamos que ele seja. É o que acontece, por exemplo, no efeito placebo. Quando você espera que o medicamento alivie a dor, sua mente através do seu cérebro e corpo produzem substâncias com esse efeito. De certo modo, o corpo (mundo) atende a uma expectativa que criamos. No caso da Coca-Cola, por exemplo, as pessoas estudadas associavam uma série de valores positivos à marca, o que não acontecia em relação a sua concorrente direta, a Pepsi. São essas associações que, projetadas, dão prazer ao consumidor. Não era o paladar em si, eram as associações que acabavam influenciando no sabor. Veja mais na apostila: Nossa Visão de Top of Mind e Marca Tutorial.

A comparação de respostas de jovens a um questionário sobre sexo em estado normal e quando estavam excitados mostra quanto nós desconhecemos nossas reações às situações sob diferentes tipos de emoções ou necessidades. Foi interessante estudar como a excitação sexual contamina sobremaneira nossas decisões, porque isso pode nos ajudar a reformular as políticas de educação e de segurança através da prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez (de criança) indesejada e assim as conseqüentes mazelas sociais degradantes. Foi impressionante ver que os garotos, quando estavam excitados, tinham uma tendência maior a ter relações sem camisinhas, a embebedar a parceira para levá-la para a cama e até a praticar sexo com animais. Essas mudanças radicais também podem acontecer em outras situações, como quando estamos com raiva ou quando estamos amando.

Essas pesquisas para quem tem a competência de mudar a sua própria vida podem fazê-los pensar com muito mais cuidado nas decisões que toma – porque tendemos a seguir a “escolha” que já fizemos antes. Começa-se também a entender melhor as emoções. Tenta-se não discutir ou brigar com os outros, Porque se percebe que, quando se esta sob esses tipos de emoções fortes, se é uma pessoa diferente – tomam-se decisões desastrosas.

GÊNIOS POR ACASO
QUEM INVENTA NÃO SABE O QUE INVENTA, COMO MOSTRA BILL GATES E TOMAS EDISON. DECISIVO É O USO FINAL QUE SE FAZ DA INTENÇÃO ORIGINAL
“Na vida não há aula para principiantes;logo nos pedem o mais difícil”.
A História da inovação é assim: alguém inventa outro pega e dá um uso estranho à intenção original. Inovação ocorre por meio de muitas sequências de adaptações, uma puxando a outra. O aparelho de fax foi inventado por americanos, mas foram os japoneses que ganharam dinheiro com ele. Steve Jobs – o inventor do conceito de computação pessoal – achava que sabia como o mercado de PCs iria evoluir. Perdeu para Bill Gates, que estava longe de saber o que o Windows se tornaria. Eis aí, quem inventa não sabe o que inventa.
Décadas antes da invenção do fax, uma empresinha japonesa – Tokyo Telecommunications – fabricante de fogões, comprou da americana Western Electric (por quase nada) a patente do transistor. Em 1955, lançou o primeiro rádio “de pilha” e mudou de nome também: Sony. Se você “rebobinar a fita” vai ver que, da machadinha de pedra lascada ao microchip, raramente criamos com base em necessidades e desejos evidentes – o supérfluo parece ser o que impera. “O rico não distingue o supérfluo do essencial: É essencial o que lhe garante os lucros.” (Murilo Mendes, O Discípulo de Emaús, p. 87.).

George Basalla, autor de um livro clássico sobre o tema, diz: “Como todo o reino animal, também poderíamos viver sem fogo ou ferramentas. Cultivar a terra e cozinhar não são precondições para a sobrevivência humana e, só são necessidades porque decidimos definir nosso bem-estar assim. Houve tempos em que ‘necessidade’ levou à construção de pirâmides e templos, em outros significou movimentar-se em veículos autopropusores... A conquista do supérfluo nos dá mais estimulo que a conquista do necessário, porque os humanos são criações do desejo, não da necessidade”. O automóvel não surgiu da necessidade de nos locomovermos com mais praticidade e rapidez. Entre 1895 e 1905, era brinquedo de ricos. A necessidade só surgiu depois que o automóvel já estava lá (há dez anos!). Praticamente todas as novidades primeiro, são para os ricos.

O produto é que inventa a necessidade! Grandes inventores criam por instintos. Curiosidade. Fantasia. Brincadeira. Tomas Edison não sabia o que o fonógrafo iria se tornar quando o inventou, em 1877. Para ele, olhe só, seu uso seria por ordem de importância:

1.     Registrar ordens sem ajuda de estenógrafo;
2.     Fornecer ‘livros falados’ para cegos;
3.     Ensinar a falar em público;
4.     Reproduzir música;
5.     Registrar as últimas palavras dos moribundos.

Reproduzir música era sua quarta prioridade. Não acredite que as pessoas saibam de suas necessidades – elas não sabem – fique atento ao processo. Desejos e necessidades emergem desse processo, não são pré-definidos.

OBJETIVO DESSA APOSTILA
O UNIVERSO POUCAS VEZES TRAMA; QUEM TEM O PODER É A VONTADE COM A VISÃO, COM A CAPACIDADE E O DESTINO.

Destina-se às pessoas que tenham desenvolvido a sensibilidade na pele (alma psicológica) e financeira (no bolso) do que há de melhor em todas as áreas e, pretendam ainda aprender cada vez mais, a refletir sobre o que sabemos e não sabemos que sabemos.

1. O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÕES PODE SER DIVIDIDO EM 4 (QUATRO) ELEMENTOS:

1.1. É preciso estruturar a questão, ou seja, definir o que deve ser decidido, verificar quais são as diferentes possibilidades (prós, contras, etc...) e determinar os critérios que o levarão a preferir uma opção em detrimento da outra e ainda como implementar a decisão rapidamente.

1.2. É preciso colher informações sobre a questão que está em jogo, mesmo que você esteja seguro de suas opiniões para tomar a decisão - e até por isso. Uma das grandes armadilhas do processo de decisão é sentir-se seguro demais e não escutar o que outras pessoas e o próprio ambiente têm para lhe dizer. Isso pode levá-lo a se basear em fatos que sejam “convenientes para você” e que reforcem os seus argumentos a favor de uma determinada solução tendenciosa. Justamente por isso, os consultores afirmam que é bastante válido ouvir a OPINIÃO RESPONSÁVEL de quem não está envolvido diretamente com a decisão. Nunca seja arrogante. Tome sempre todas as informações com os nativos, ou locais e acima de tudo respeite tudo e todos. 

1.3. Aprender ou deixar de aprender com suas próprias experiências. Os “erros” nas tomadas de decisões devem servir como aprendizado, dos processos e dos seus custos milionários de aprendizagem. Cada executivo precisa contribuir para estabelecer um sistema de aprendizagem definitivo e contínuo de melhoramento com os resultados de decisões/omissões passadas.
        O lema é: não há compromisso com o erro – têm que ser erros rápidos e lembre-se que a perfeição não existe, que perfeito mesmo só o idiota e; quem é determinado com o sucesso não erra 2 (duas) vezes.
1.4. Procurar chegar a algumas conclusões. É necessário tomar a decisão sempre a partir de uma abordagem sistemática(1), que força você a examinar o SISTEMA contra-prova de vários aspectos da questão envolvida. A intuição(2) serve  apenas para tomar pequenas decisões e não deve fazer parte do processo decisório de grandes questões. Se seguirmos procedimentos sólidos e profissionais, teremos mais chances de atingirmos nossos objetivos e metas do que simplesmente fazendo uma escolha por que ela nos “parece” certa.

2. O PAPEL DA INTUIÇÃO NA TOMADA DE DECISÃO
“Você não é infeliz, apenas se faz ou está infeliz”

2.1. O que é a intuição?

- Intuição é uma forma de conhecimento que está dentro de cada um de nós, embora nem todas as pessoas saibam utilizá-la, de acordo com a psicóloga Virgínia Marchini, fundadora do Centro de Desenvolvimento Potencial Intuitivo, de São Paulo. O matemático e filósofo Blaise Pascal referia-se à intuição como o produto da capacidade da mente de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, graças às infinitas conexões inconscientes que tornam possível à mente consciente fazer escolhas.

(1)  Sistemático: [Do gr. systematikós, pelo lat. tard. systematicu.] 1.Referente ou conforme a um sistema: Todo organograma deve ser sistemático.2.Que segue um sistema: plano sistemático.3.Ordenado, metódico.4.Coerente com determinada linha de pensamento e/ou de ação: É sistemático em suas atitudes;Tem um procedimento sistemático, é fiel aos seus princípios.5.Biol. Relativo à sistemática (1). [Sin., nessas acepç.: sistêmico.]6.Bras. Diz-se do indivíduo que, por ser metódico ao extremo, se torna ranheta, ranzinza. ~ V. bloco —, botânica —a, erro — e índice —. 7.Tip. O material tipográfico (quadrados, fios, vinhetas, etc.) cuja medida se baseia no cícero.

(2)  Intuição: (u-i) [Do lat. tard. intuitione, 'imagem refletida por um espelho', com sentido filosófico em lat. escolástico.]1.Ato de ver, perceber, discernir; percepção clara e imediata; discernimento instantâneo; visão.2.Ato ou capacidade de pressentir; pressentimento:  Tenho a intuição de que vai chover hoje;"mil coisas que ela não percebia, mas começava a adivinhar na sua intuição subtil de mulher já namorada." (Conde de Ficalho, Uma Eleição Perdida, p. 65). 3.Filos. Conhecimento imediato de um objeto na plenitude da sua realidade, seja este objeto de ordem material, ou espiritual. 4.Filos. Apreensão direta, imediata e atual de um objeto na sua realidade individual. 5.A faculdade intuitiva. Sexto sentido: 1. Sentido ideal, supostamente capaz de perceber o que aos outros escapa; intuição: “O sexto sentido do romancista é o invento da surpresa.” (Camilo Castelo Branco, O Que Fazem Mulheres, p. 146.).
(*) Nota do autor: A intuição é a experiência comprimida a enorme pressão. Acredito também que possa ser comparada os instintos básicos.
                                É tomar corretas decisões, com dados incompletos.
Etimologicamente(1), explica Virgínia, a palavra intuição vem do latim intueri, que significa considerar(2), ver interiormente ou contemplar(3). Grandes cientistas, entre eles o físico Albert Einstein, considerado o maior intuitivo da história, enfatizaram o valor do potencial intuitivo.


(1)   Etimologia: [Do gr. etymología, pelo lat. etymologia.] E. Ling. 1.O estudo das palavras, de sua história, e das possíveis mudanças de seu significado. 2.Origem e evolução histórica de um vocábulo: A etimologia do vocábulo português malha pode ser reconstruída até chegar-se ao lat. macula

Etimologia popular. 1. E. Ling. Atribuição de falso étimo a um vocábulo, em razão de alguma semelhança formal com um outro; falsa etimologia. [P. ex.: forró, segundo etimologia popular, viria do inglês for all, 'para todos'.]

Falsa etimologia. 1. E. Ling. Etimologia popular.

(2)   Considerar: [Do lat. considerare.] 1.Atender a; atentar para; pensar em; meditar; ponderar: Considerando as vantagens do cargo, aceitou-o.2.Examinar; observar; apreciar: Pediu-me que, na leitura da obra, considerasse apenas o estilo, sem levar em conta a gramática.3.Deter a vista em; contemplar, observar: "tendo limpo e pendurado as armas do amo ...., considerava o Senhor de Astorga com assombro e desconfiança." (Eça de Queirós, Últimas Páginas, p. 426). 4.Imaginar, conceber: Era-lhe impossível considerar as tristes conseqüências de seu ato.5.Ter em boa conta: Todos o consideram como homem e como artista.6.Ter na conta de; reputar, julgar:  Considero Manuel Bandeira um dos grandes líricos da nossa língua;"Então, ainda considerava uma extravagância aquela compra, feita num rasgo de entusiasmo?" (Eça de Queirós, Os Maias, II, p. 142). 7.Pensar, refletir em alguma coisa: Considerei longamente antes de tomar uma resolução. 8.Contemplar, observar, mirar:"D. Fernando considera na rainha, com um sorriso suave .... . Aperta na dela sua mão gelada" (Antero de Figueiredo, Leonor Teles, p. 254). 9.Meditar; pensar, refletir: "Considerai no mistério / dos humanos desatinos!" (Cecília Meireles, Obra Poética, p. 876); "Agora, apiedado de si próprio, considera na mísera condição humana." (Antero de Figueiredo, Toledo, p. 169). 10.Crer-se; reputar-se; julgar-se: "Considero-me indigno do favor recebido" (Graciliano Ramos, Caetés, p. 226); Imodesta, considera-se belíssima. [Pret. imperf. ind.: considerava, .... consideráveis, consideravam. Cf. consideráveis, pl. de considerável.]
(*) Nota do Autor:  desejos siderais viria do verbo latino desiderare, descendente da palavra sidus (estrela). Os adivinhos romanos usavam considerare para o ato de decifrar o futuro por meio das estrelas. Desiderare era o verbo para as pessoas que desalentadas por sucessivas previsões frustradas, não se amparava, nem mais na leitura das estrelas, desistiam de especular sobre o futuro. Desiderare é “desistir das estrelas”, daí “desejar” ser “tenho certeza da ausência”, se não tenho o que necessito, só me resta desejar, ter a certeza da falta daquilo que não posso ter. Então quem considera não se desespera.

(3)   Contemplar: [Do lat. contemplare.] 1.Olhar, observar, atenta ou embevecidamente; considerar com admiração ou com amor: "tirou de uma gaveta um retrato, contemplou-o longo tempo" (Machado de Assis, Histórias Românticas, p. 156); "Contemplando o teu vulto sagrado, / Compreendemos o nosso dever" (Olavo Bilac, "Hino à Bandeira Nacional", em Poesias Infantis, p. 38); "Os egípcios antigos .... contemplavam suas estátuas não com sentimentos artísticos, mas religiosos." (Carlos Cavalcanti, História das Artes, I, p. 32). 2.Ver ou admirar com o pensamento: Contempla, na solidão do claustro, a sabedoria divina.3.Meditar, refletir, em; considerar: Leva a vida a contemplar os mistérios da morte.4.Admirar, apreciar. 5.Dar, conferir alguma coisa a, como prêmio, ou prova de consideração:  Contemplou, ao morrer, todos os seus auxiliares.6.Contemplar (5):  Desde muito o contemplo com a minha estima; O Presidente contemplou-o com a Ordem do Cruzeiro do Sul. 7.Outorgar; conferir: A nova lei contempla com anistia os aposentados com renda inferior a dois salários.8.Refletir, meditar:  Costuma contemplar longamente em suas faltas passadas.9.Meditar, refletir: Entrou em retiro para contemplar.10.Mirar-se com desvanecimento.

O psiquiatra Carl Jung dizia sobre o conhecimento intuitivo: “Cada um de nós tem a sabedoria e o conhecimento que necessita em seu próprio interior”.

Segundo Virgínia, a mente intuitiva abre-se a respostas inovadoras e não dogmáticas(1), mas aprender a confiar na intuição é um grande desafio, pois o senso comum ainda considera a intuição um conhecimento de risco e, com toda a razão. “Pessoas com baixa auto-estima, por exemplo, têm mais dificuldade em acreditar na inteligência intuitiva em função de uma desconfiança em relação a tudo o que venha de seu interior”, diz Virgínia. A psicóloga afirma que é possível desenvolver a intuição por meio de algumas técnicas, como o treino da habilidade no uso de imagens e símbolos, a aquisição de uma postura mais reflexiva e o desenvolvimento da autoconfiança. “Devemos confiar na intuição à medida que o autoconhecimento e a conseqüente autoconfiança permitam ao indivíduo separar a intuição dos seus complexos, medos e desejos”, diz Virgínia.

2.2. De todos os pontos que compõem o processo de tomada de decisão, qual o mais controverso?
       
- É o que minimiza o papel da intuição. Para o psicólogo americano Gary Klein, a intuição, definida como a expressão das experiências de uma pessoa, é parte fundamental do processo decisório. Para ele, portanto, usar a intuição nada mais é do que utilizar as experiências anteriores no processo de decisão. As pessoas mais experientes reconhecem uma situação e sabem o que devem fazer imediatamente, pela intuição. Neste caso fica a definição do “seu Osvaldo”: intuição é a experiência comprimida a alta pressão – sem a influência de emoções tendenciosas e  violentas.

 2.3. De um jeito ou de outro, independentemente de quem tenha razão nessa discussão, o certo é que sempre haverá a possibilidade de se escorregar ao escolher o caminho e no caminho que se pretende seguir. O segredo é se preparar para as conseqüências e saber o que fazer caso as coisas não saiam como foi planejado.

(1)   Dogmático: [Do lat. dogmaticu.] 1.Respeitante a, ou próprio de dogma. 2.Fig. Autoritário; sentencioso. ~ V. realismo —. Dogma: [Do lat. dogma, atis < gr. dógma, atos, 'decisão'.] 1.Ponto fundamental e indiscutível duma doutrina religiosa, e, p. ext., de qualquer doutrina ou sistema: 

"Segundo o dogma calvinista, o homem perdeu, pelo pecado original, todas as forças do bem" (Oto Maria Carpeaux, A Cinza do Purgatório, p. 302). 2.Rel. Na Igreja Católica Apostólica Romana, ponto de doutrina já por ela definido como expressão legítima e necessária de sua fé.

2.4. As pessoas costumam criar uma realidade imaginária própria ou através de influências na hora de decidir. É preciso separar o real do imaginário e é aí que entra o planejamento profissional. Você nunca elimina o risco totalmente reduzindo a 0% de decisão errada, agora, quanto mais “ARRISCADA = INOVADORA” a decisão, maior o lucro. O risco é o aval(1) do lucro.

2.5.  O segredo é se preparar sempre para as conseqüências (meditar) - quase não se pensa e, quando muito se pensa, se pensa nas conseqüências negativas ou dificuldades. O preparo correto inclui controlar para que as coisas não saiam erradas e ainda assim saber o que fazer caso as coisas não saiam como o que foi planejada (ou deveriam ter sido) e, PRINCIPALMENTE quando finalmente alcançarmos o objetivo e o sucesso o que fazer em seguida? Transcender(2) à missão final e total? Extrapolando-a? ...Em alguns casos?

(1) Aval: [Do fr. aval e it. avallo, termos comerciais, do ár. *awala(t), 'delegação', 'mandato'; 'ordem de pagamento', 'letra de câmbio'.] 1.Garantia pessoal, plena e solidária, que se dá de qualquer obrigado ou coobrigado em título cambial. 2.Fig. Apoio moral ou intelectual. [Pl.: avales e avais.]

Aval completo. 1. V. aval em preto.
Aval em branco. 1. O que não traz o nome da pessoa em favor da qual é dado, e que consiste na mera assinatura do avalista.
Aval em preto. 1. O que traz o nome da pessoa em favor de quem é dado; aval pleno, aval completo.
Aval pleno. 1. V. aval em preto.
Aval sucessivo. 1. Aquele que se dá subseqüentemente a outro dado em branco, ou que é superposto a outros.
Avales cumulativos. 1. Avales simultâneos.
Avales simultâneos. 1. Os que se fazem na mesma ocasião, em preto, em favor de um mesmo obrigado ou coobrigado; avales cumulativos.

(2) Transcender: [Do lat. transcendere.] 1.Ser superior a; exceder: Sua inteligência transcende o padrão normal.2.Passar além de; ultrapassar:"Já temos visto que o Estado, criatura espiritual, opõe-se à ordem natural e a transcende." (Sérgio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil, p. 142.) 3.Elevar-se acima de:"A 'nostalgia dos anjos' não é manifesta em A Cidade do Sul [de Alphonsus de Guimaraens Filho], mas, sem embargo, este livro já mistura ao lirismo individualista elementos que o transcendem." (Carlos Drummond de Andrade, Passeios na Ilha, p. 213.) 4.Ser superior aos outros ou a outra coisa; exceder, avantajar-se: Sua inteligência transcende a todos os seus méritos.5.Distinguir-se, evidenciar-se: Aquele homem transcende em numerosos talentos.6.Passar além; ultrapassar: "Quase tudo transcende à nossa compreensão, mas nada transcende à nossa vaidade." (Matias Aires, Reflexões sobre a Vaidade dos Homens, p. 46); "Essa humanização só é conseguida em poemas que transcendam das limitações do fenômeno amoroso" (Melo Nóbrega, O Soneto de Arvers, p. 94).

2.6.  Depois de levar a sua vida/empresa/família/país/espiritualidade/maturidade psicológica e etc. numa seqüência de decisões e referências erradas, como aprender a lição? Como se tornar um campeão? De onde? Com que forças? - As pessoas costumam criar uma “realidade” imaginária na hora de viver e, conseqüentemente, decidir e AÍ... É NESSA MUDANÇA RADICAL DE CENÁRIO PSICOLÓGICO INTERNO QUE SE FAZEM OS VERDADEIROS CAMPEÕES.

2.7. Como se pode observar a “síndrome(1) da decisão” não é insuperável. É claro que é mais “fácil” falar quando o problema (conseqüências) não é nosso para ser superado. Mas o que se pode dizer, sem medo de errar, é que a pior atitude é a de se isolar e se encastelar no escritório ou em outro local qualquer - caminhando em círculos como o cachorro correndo atrás do rabo ou de um carro, quando o carro para não sabe o que fazer com ele - ou então ficar correndo atrás de baratas e fantasmas (boi voa), à “espera...” (fatal!!!) da melhor (como???) solução para cada problema – já criado por você próprio, perceba logo isso e viva melhor.

(1) Síndrome: [Do gr. syndromé, 'reunião', 'concurso'.] 1.Med. Estado mórbido caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas, e que pode ser produzido por mais de uma causa. Ex.: síndrome de obstrução intestinal, síndrome de insuficiência respiratória. 2.Fig. Conjunto de características ou de sinais associados a uma condição crítica, suscetíveis de despertar reações de temor e insegurança: a síndrome da guerra nuclear;a síndrome da inflação galopante. [Var.: síndroma.]

Síndrome de Adams-Stokes. 1. Card. Neur. V. doença de Adams-Stokes.
Síndrome de angústia respiratória do adulto. 1. Med. Lesão pulmonar grave, de evolução rápida, e que surge poucos dias após algum tipo de agressão ao organismo, levando à insuficiência respiratória [sigla: SARA].
Síndrome de Cushing. 1. Endocr. A que se caracteriza por secreção excessiva e sem freio de cortisol, causada por lesões corticossupra-renais, hipofisárias ou localizadas em órgãos outros, como em certos tumores brônquicos, tímicos, etc. Verifica-se uma distribuição anormal do tecido adiposo, com sobrecarga gordurosa na face e no tronco, alterações cutâneas, musculares e ósseas, etc.
Síndrome de Down. 1. Med. A que se caracteriza por apresentar-se o crânio pequeno e achatado em sentido ântero-posterior, achatamento da junção dos ossos nasais, encurtamento de falanges, outras alterações de dedos de mãos e de pés e retardo mental que varia de moderado a intenso; mongolismo.
Síndrome de Estocolmo. 1. Sentimento de simpatia em relação a(os) seqüestrador(es), por parte de indivíduo seqüestrado por motivos políticos:
"A síndrome de Estocolmo se revelou pela primeira vez em Estocolmo, Suécia, quando um diplomata alemão ocidental seqüestrado e devolvido declarou simpatia pelo grupo terrorista Baader-Meinhoff." (Jornal do Brasil, 5.11.1985.)

Síndrome de imunodeficiência adquirida. 1. Med. V. aids [sigla: SIDA].
Síndrome de lágrimas de crocodilo. 1. Med. Entidade de patogenia obscura e que consiste em lacrimejamento durante mastigação; ocorre após paralisia facial e dever-se-ia a trajeto desgarrado de fibras nervosas em regeneração, dirigindo-se algumas destas, que se destinam a glândulas salivares, a glândulas lacrimais. [A denominação provém do fato de que os crocodilos lacrimejam quando mastigam.]
Síndrome de Meunière. 1. Otor. Doença de Meunière (q. v.).
Síndrome de Parkinson. 1. Neur. A que exibe quadro clínico igual ao da doença de Parkinson, mas em que a causa é conhecida (traumática, infecciosa, etc.).
Síndrome de tensão pré-menstrual. 1. Gin. Med. Síndrome que pode ocorrer em dias que precedem a menstruação e que se caracteriza por fenômenos mentais (irritabilidade, insônia, instabilidade emocional), cefaléia, mastalgia, distensão abdominal, constipação, poliaciuria, adinamia. [Sin.: síndrome pré-menstrual, tensão pré-menstrual.]
Síndrome do Golfo. 1. Med. Doença (2) que surgiu entre soldados, principalmente norte-americanos, que estiveram na Guerra do Golfo Pérsico (1990-1991), e que seria uma forma de sensibilidade química múltipla (q. v.); o quadro clínico, de composição ainda mal definida, inclui artralgias, erupções cutâneas, dor torácica, dispnéia, insônia, surtos de diarréia, perda de cabelo, fadiga, hemorragias gengivais, distúrbios psicológicos, etc. [Como não foi observada entre habitantes da área em que ocorreu o conflito, é possível que se deva à ministração aos soldados de substância destinada a protegê-los da guerra química.]
Síndrome geral de adaptação. 1. Med. Conjunto de fenômenos inespecíficos (neurológicos, endocrinológicos, etc.) desencadeados no organismo como reação a alguma agressão.
Síndrome pré-menstrual. 1. Gin. Med. V. síndrome de tensão pré-menstrual.

2.8. O ideal é conversar com quem tem competência e responsabilidade e está totalmente fora dos interesses, alcance e conseqüências da decisão, porque pode enxergar muito melhor os pontos positivos e negativos, do que quem está diretamente envolvido emocionalmente e financeiramente no processo. As matérias objetivas e subjetivas das questões/decisões/omissões, assim como os interesses pessoais/dos grupos/países/religiões, sempre se sobrepõem à lógica do: certo-melhor-justo-saudável-L-U-C-R-A-T-I-V-O.    

2.9. O grande problema para a maioria dos empreendedores competentes é saber onde encontrar tais interlocutores(1) – amenizando a solidão. Mas, hoje em dia, já existe solução até para essa questão. Um número crescente de empresários e profissionais procuram participar de grupos de discussão formados por seus pares de vários ramos de atividades para compartilhar com eles os momentos de incerteza. Lá encontram pessoas com os mesmos problemas e outros mais.
Observação muito importante: para quem quer realmente, existe na internet até o clube dos campeões.

(1) Interlocutor: (ô) [Do lat. interlocutus, part. pass. de interloqui, 'interromper'; 'intervir num debate', + -or.] 1.Aquele que fala com outro; colocutor. 2.Aquele que fala em nome de outro.

“É preciso favorecer, explorar, reconhecer e apoiar o instinto, sem lhe roubar o vigor por meio da reflexão. Mas é preciso refletir nele, para o acompanhar na ação.

2.10. Insight(*): é a compreensão repentina, em geral intuitiva, de suas próprias atitudes e comportamentos, de um problema, de uma situação ou produto. É o insight que dá luz a inúmeras idéias-filhotes, sob a forma de música, pintura, anúncios, promoções ou seja lá o que se queira criar. O autor diz que, enquanto uma boa idéia pode inspirar um bom comercial, um insight alimenta um monte de idéias e comerciais e até altera a forma como vemos o mundo, na verdade passamos a ver melhor. Isso pode emergir sob várias formas, tamanhos, analogias e até sons – mas não vale nada se você não expressá-los de um jeito que as pessoas consigam captar positivamente. Nascem de uma pesquisa, comentários de cliente sobre o que ele quer, reclamação de serviço, através até mesmo de uma execução equivocada que ressalta(1) o que está faltando ou ainda um instinto(2). Se você está armado com um bom insight e respaldado por um criterioso planejamento profissional, tudo é uma conseqüência.

(*) Nota do autor: insight é uma palavra sem tradução para o português, significa o momento mágico em que você consegue sintetizar a visão do conjunto (totalidade) numa espécie de matriz ou ideia-mãe – seja essa ideia de um negócio, situação ou algo mais.

(1)  Ressaltar: [De re- + saltar.] 1.Tornar saliente; dar vulto ou relevo a; relevar, destacar: O orador ressaltou as fontes mais importantes da palestra. 

2.Dar muitos saltos. 3.Distinguir-se, relevar-se, sobressair, ressair: 

Cedo ou tarde os grandes vultos ressaltam.


(2)  Instinto: [Do lat. instinctu.] 1.Fator inato do comportamento dos animais, variável segundo a espécie, e que se caracteriza, em determinadas condições, por atividades elementares e automáticas:  o instinto migratório de certas aves; o instinto de sucção dos mamíferos.2.Forças de origem biológica inerentes ao homem e aos animais superiores, e que atuam, em geral, de modo inconsciente, mas com finalidade precisa, e independentemente de qualquer aprendizado:  instinto gregário; instinto sexual; instinto maternal. 

3.Tendência natural; aptidão inata.  Possui instinto musical; É conciliador por instinto.4.Impulso espontâneo e alheio à razão; intuição: Escolheu, por instinto, a pessoa indicada para o cargo; Seu instinto o levou a cancelar a viagem. 



Instinto de conservação. 1. Conjunto de reações instintivas que levam o indivíduo a manter-se vivo.

Pense nisso: as pessoas deveriam sonhar sempre grandes, com o impossível mesmo. Dizem que dá o mesmo trabalho de que quando se sonha pequeno, mas não é. Sonhar abundante(1), na realidade, é menos trabalhoso, muito mais prazeroso, vital e produtivo.

INSIGHT

As decisões devem ser um conjunto dos fatos e dados históricos e das informações atuais que estão a lhe indicar, atrelados aos seus instintos em atuação plena. É um exame fulminante e minucioso dos instintos para com os dados relevantes. É uma comparação do que os fatos parecem estão lhe dizendo com o que seus instintos estão “de fato” lhe dizendo.
É a sensação real e muito tranquila de que estamos fazendo a coisa certa. É um resumo emocional quase que relâmpago Haaaa... isso parece ser bom!!! Ou isso não me cheira bem. É isso que nos mantêm no rumo e nos faz ficarmos contentes por um mês ou anos mais adiante. 

CRIATIVIDADES NAS DECISÕES
           No geral e final, todas as decisões criativas são prazerosas e poderosas

Os estudiosos em criatividade sempre dizem que falar “besteira” é um bom exercício para exercitar a criatividade. Quando você fala bobagem, você vai criando realidades “absurdas”, você se permite pensar no absurdo... e olha que o absurdo sempre tem chances de virar realidades criativas. Não to aqui dizendo que os burros de pai e mãe são M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-S.

(1) Abundante: [Do lat. abundante.] 1.Que tem ou existe em abundância; farto, abundoso:
refeição abundante.
2.Em grande número; numeroso: Fez-lhe abundantes perguntas durante o interrogatório.3.Rico, abastado, abundoso. 4.Fértil, fecundo, abundoso. 5.Falador, loquaz. 6.V. caudaloso. ~ V. número — e verbo —. Abundância: [Do lat. abundantia.] 1.Grande quantidade; cópia, profusão. 2.V. quantidade (3). 3.Opulência, abastança. 4.Fig. Excesso, exagero: "Insisti logo, com abundância, puxando os punhos, saboreando o meu fácil filosofar." (Eça de Queirós, A Cidade e as Serras, p. 130.) 5.Astr. Proporção de átomos ou de moléculas que entram na composição de uma atmosfera estelar. [Cf. abundancia, do v. abundanciar.]

Abundância isotópica. 1. Fís. Nucl. Fração de átomos que, numa amostra de um só elemento, tem a mesma massa atômica.
Abundância natural. 1. Fís. Nucl. A concentração de qualquer dos isótopos de um elemento nas ocorrências naturais.

To propondo que em momentos específicos e indicados para tal a gente deixe a bobagem fluir, a gente esqueça o senso de ridículo. Quem sabe assim até a gente consiga apurar um pouco mais esse nosso olhar para as realidades mais suteis que ainda escapam do nosso foco de visão.

Se jogar no vazio, no inesperado, é uma boa atitude para encontrar o novo?... Isso é um espetáculo!
Transformar a realidade em algo menos óbvio... Isso é o oculto do aparente.

Existem pelo menos mais 2 (dois) outros níveis de percepção da realidade:
O aparente do oculto e o oculto do oculto.
Aqui esta a metodologia da resolução de problemas.

Decisões Criativas
PROGRAMA “BEM NA FOTO”
Exercícios para Avaliação da – Parte I

1.     O que é uma excelente decisão?
2.     Qual o objetivo do curso/treinamento/apostila de decisão
3.     Cite os 4 (quatro) elementos utilizados no processo de tomada de decisão
4.     Para que serve o erro no processo de tomada de decisão?
5.     O que é a intuição?
6.     Segundo o matemático e filósofo Blaise Pascal a intuição é o produto de quê?
7.     De todos os pontos que compõem o processo de tomada de decisão qual o mais controverso?
8.     Depois de levar a sua vida/empresa/família/país/espiritualidade/maturidade psicológica e etc. numa seqüência de decisões e referências erradas, como aprender a lição? De onde? Com que forças? Como se fazem os verdadeiros campeões?
9.     Por que o ideal é conversar com quem está totalmente fora dos interesses e alcance das conseqüências da decisão?
10.      O que é insight?
11.      Faça 2 (duas) perguntas de sua própria autoria sobre o texto e responda-as.

PARTE II

INSTITUIÇÕES E GRUPOS DE DISCUSSÕES
                                                                                                                 
                                                                                                                “Optar não é escolher: é renunciar”

 Citamos a seguir 3 (três) grupos:

1. THE EXECUTIVE COMMITTEE – TEC

  1.1. É uma multinacional que, segundo o coordenador da TEC, Luiz Paulo Ferrão, um dos objetivos dos encontros é amenizar a solidão dos líderes empresariais. Os participantes contam que se sentem à vontade para falar sobre as suas dificuldades operacionais porque não conhecem particularmente os que fazem parte do grupo e não há ameaças e concorrentes comerciais diretos entre os participantes, requisitos básicos para a formação dos grupos da TEC. “No momento de dar a última palavra, de decidir alguma coisa, você sente a solidão do poder” afirma um participante do grupo. O fato de você saber a solução te isola da imensa multidão sempre burra e invejosa que vai te considerar “autoritário” e não a autoridade e se você realmente não sabe da situação, a responsabilidade te angustia, de qualquer forma é você quem vai viver as conseqüências da decisão, dos conflitos e da convivência sempre obrigatória com as pessoas.
          “A solidão é que une as pessoas nos grupos. Os grupos de discussão têm entre 8 e 16 pessoas e atualmente a TEC reúne cerca de 9.000 líderes empresariais em todo o mundo. A “troca” de frustrações(1) fortalece as pessoas.

(1) frustração: [Do lat. frustratione.] 1.Ato ou efeito de frustrar-se. 2.Psican. Estado daquele que, pela ausência de um objeto ou por um obstáculo externo ou interno, é privado da satisfação dum desejo ou duma necessidade. Frustrar: [Do lat. frustrare.] 1.Enganar a expectativa de; iludir; defraudar. 2.Baldar; inutilizar. 3.Não ter o resultado que se esperava; não sair como se pretendia; malograr-se, falhar: Frustraram-se todas as suas ambições.

2. FÓRUM PROFISSIONAL

2.1. Também reúne líderes empresariais para debater temas ligados aos negócios. A maior diferença entre a TEC e o FÓRUM é que esse último procura avaliar mais o lado psicológico pessoal dos empreendedores na hora de tomar uma decisão - é quando eles sentem a chamada solidão do poder. Além do mais, os líderes sofrem da síndrome do vazio, que é saberem que eles não sabem tudo (e nem poderiam) e mesmo assim se espera que saibam.   No Fórum, as reuniões são terapêuticas. Mas não se trata de uma terapia de grupo, porque as questões não são aprofundadas no indivíduo e não se vai tão fundo a ponto de buscar a origem inconsciente do problema individual.
Observação: existe um projeto da Urano Promoções nesse sentido, já temos até um pré-contrato.


2.2. Nas reuniões do Fórum Profissional, normalmente se fala nas dificuldades enfrentadas na vida profissional (existencial(1)). São abordados temas como:


ü  Relacionamentos profissionais,
ü  Concorrência,
ü  Falta de perspectiva e

ü  Tédio, entre outros. 


(1)  Existencial: (z) [De existência + -al1.] 1.Da existência, ou referente a ela. ~ V. filosofias existenciais e quantificador —. Existência: (z) [Do b.-lat. existentia.] 1.O fato de existir, de viver; vivência. 2.Vida (1, 2, 4 e 5):  Tem existência longa.3.Realidade: A existência do crime é inegável.4.Ente, ser. 5.Filos. Modo de ser dos objetos lógicos que se definem pela não contradição.
6. Filos. Modo de ser atual, concreto. 7. Filos. Modo de ser próprio do homem. [Cf., nas acepç. 5 a 7, filosofias existenciais.]

Filosofias existenciais. 1. Conjunto de sistemas e tendências filosóficas   que tomam como ponto de partida e objeto principal da reflexão o modo de ser próprio do homem na sua concretude individual, singular e solitária. [Sin.: existencialismo, filosofias da existência. Cf. heideggeriano, kierkegaardiano, sartriano e filosofias da vida.]
Quantificador existencial. 1. Lóg. Termo lógico que indica a existência de, pelo menos, uma coisa.

Nas discussões, o coordenador leva alguns casos de empreendedores de fora do grupo para discussão, além de palestrantes renomados que falam sobre os dilemas(1) de algumas questões gerenciais. A realidade de cada participante sempre enriquece e agrega algo à realidade de cada um.
epois     e  ios da evolução, 

3. GRUPO DIRIGIDO DE PSICOLOGIA APLICADA A NEGÓCIOS - GD

  3.1. Adota uma metodologia internacional, conhecida como manejo comportamental, baseadas em técnicas criadas por acadêmicos que se dedicaram ao estudo do comportamento dos empreendedores.

  3.2.  Neste grupo procura-se analisar o comportamento e os traumas dos empresários e procurar indicar as melhores ferramentas que podem ser utilizadas para desenvolver o negócio.

ü  Contatos e pesquisa:

1.     Fórum Profissional: (11)3032-6225
2.     Grupo Dirigido de Psicologia Aplicada a Negócios (GD): (48)334-0782 – www.rendercapacitação.com.br
3.     TEC (The Executive Committee): (11) 3285-0444 – www.tecbrasil.com.br

Teste: Agora que você já sabe, responda (tome a decisão!):
- Como não deixar o freguês sem carne sem matar o boi?

Resposta do teste: matando todos os boi-voa seus bezerros e, arrasando com suas matrizes, fontes e ninhos. Não fazer criação de vira-lata. Como? Através de técnicas avançadas de gestão – benchmark – modelos vencedores, gerando produtos e serviços - diferenciados/inovadores/surpreendentes/inusitados – EXCLUSIVOS.
Lembrete: mesmo assim ainda vai ficar os urubus do ver-o-peso e no mínimo uns 10 sacos de farinha da grossa pra fazer fa-ro-fa-fa...fa-ro-fa-fa...Mais as lombrigas dos preguiçosos, a covardia dos perdedores e, a arrogância nativa.

(1) dilema: [Do gr. dílemma, pelo lat. tard. dilemma.] 1.Lóg. Raciocínio (4) cuja premissa é  alternativa, de sorte que qualquer dos seus termos conduz à mesma conseqüência. 2.Fig. Situação embaraçosa com duas saídas difíceis ou penosas. [Cf., nesta acepç., trilema.]

4. O DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME DA DECISÃO:
Confira os principais erros cometidos pelos “tomadores de decisão” e, o principal, temos os remédios a mão.

4.1. Precipitação – Chegar a conclusões sem antes colher informações suficientes e sem dispensar alguns minutos fundamentais para abordar os aspectos mais importantes sobre o tema em questão.
Remédio: Apostilas do Programa Tempo de Alta Velocidade Exagerada/, Como Fazer Um (Bom) Contrato Blindado e/ Negociação Eficaz x Conflito.

4.2. Excesso de confiança – Deixar de colher informações importantes por estar excessivamente seguro das próprias hipóteses e opiniões (auto-suficiência).
        Remédio: humildade, humildade e humildade e Apostila do Programa Sandálias da Humildade. Objetivo do Programa: aprender como funciona o mecanismo ao erro – o mal é filho da Inveja/soberba.
        Mais as apostilas: Nossa Visão de Erro, Nossa Visão de Vira-Lata Part I e II, Nossa Visão de Sucesso (todas as apostilas sobre).

4.3. Improvisação – Acreditar que é possível ter (de memoria) todas as informações - por meio de improvisação (estudar???... Jamais!!!) - em vez de seguir um procedimento sistemático inteligente e correto para chegar à melhor escolha/opção final.
        Remédio: cuidado!!! Vira lata, asfalto rala e o ferro (lataria) mata.
        Tudo que foge aos ensinamentos das apostilas da Urano (no momento diga-se seu Osvaldo) é a mais pura  pilantragem e ainda chamam de “jeitinho brasileiro” e esperteza de “gente boa”.

4.4. Cegueira - Partir para a resolução do problema errado ou combater somente efeitos, em decorrência de uma estrutura mental orientada para o fracasso o que faz com que se perca de vista as causas primeiras e os objetivos (resultados necessários) mesmo claros e importantes da devida tomada de decisões lucrativa.
Remédio: não usar em definitivo os óculos da paixão(1) pela derrota

4.5. Distanciamento – Deixar de manter registros sistemáticos para acompanhar os dados e fatos, os resultados de suas operações e decisões e, assumir idiotamente que a experiência pela experiência por si só irá expor automaticamente as suas lições de aprendizagem (só se for a da latrina (2)).
        Remédio: profissionalização e combate implacável a obsolescência(3)

(1) Paixão1: [Do lat. passione.]1.Sentimento ou emoção levados a um alto grau de intensidade, sobrepondo-se à lucidez e à razão: Deixou-se vencer pela paixão;

Resistiu à paixão.2.Amor ardente; inclinação afetiva e sensual intensa: 

 A paixão entre Romeu e Julieta nasceu de um rápido encontro.3.Afeto dominador e cego; obsessão: A paixão pela filha impedia-o de ver as boas qualidades do futuro genro;"a paixão do avaro às moedas" (Pina de Morais, Sangue Plebeu, p. 152). 4.Entusiasmo muito vivo por alguma coisa: Dedicava-se ao aeromodelismo com paixão;Colecionava com verdadeira paixão moedas do período colonial. 

5.Atividade, hábito ou vício dominador:  a paixão da política, da maledicência, do jogo. 6.O objeto da paixão (2, 3, 4 e 5): Ana Amélia foi a grande paixão de Gonçalves Dias.7.Desgosto, mágoa, sofrimento: A paixão causada pela morte da mulher quase o levou à loucura.8.Arrebatamento, cólera: No auge da paixão destruiu quanto estava a seu alcance.9.Disposição contrária ou favorável a alguma coisa, e que ultrapassa os limites da lógica; parcialidade marcante; fanatismo, cegueira: Galileu foi vítima da paixão de seus algozes.10.O martírio de Cristo e dos santos.11.A parte do Evangelho que trata do martírio de Cristo. [Nessas duas últimas acepç., escreve-se com cap.] 12.A expressão de sensibilidade ou entusiasmo do artista que se manifesta numa obra de arte; calor, emoção: Portinari tem afrescos cheios de paixão;A Iracema, de Alencar, é obra de grande paixão.13.Mús. Gênero de cantata ou oratório religioso cujo tema são os acontecimentos que precederam e acompanharam a morte de Cristo, tal como se acham descritos nos quatro Evangelhos.14.Teatr. Composição dramática baseada na vida de Cristo.
(*) Nota do autor: “pathos” em grego significa: padecimento daí vem a termo patológico assim como passividade e paixão. O termo “paixão” teve, também, por muito tempo, o sentido “passível de ser atingido”. Daí o sofrimento de Cristo ser lembrado como “paixão”, chegou a ter sentido passivo, “paixão de Cristo” é aquilo que Cristo “sofreu”. A palavra também é nome para a conduta ativa, aquilo que nos leva a fazer algo, sem o sentido de “ser atingido”. Assim há uma incerteza genética naquilo que é passivo num momento e ativo em outro. Ser objeto e não sujeito da ação. Ser sujeito e não objeto. O grego “paskhein” (que sofre ação criada por outro), derivou “patético” (sensibilizar, emocionar alguém), “simpatia” (sentir junto), “telepatia” (sentir à distância). Em latim, “paskhein” do grego, tem equivalente em latim: “pation passivus sum”, “pati”, ancestral de “paixão”. Temos ainda a apatia do grego apátheia pelo latim apathia. Compôs-se com A, prefixo de negação, e páthes, sofrimento, por aflição. Apatia, para filósofos céticos(4) e estóicos(3), tinha valor positivo: A alma chega a um estado tal que não a atingiam a dor e o sofrimento. Passou depois a designar indiferença diante de qualquer assunto, o que é pouco tolerado. (estude mais na apostila Amor, Nossa Visão).

(2) latrina: [Do lat. latrina.] 1.Recinto ou dependência de casa com vaso ou escavação no solo para dejeções. [Sin. (muitos deles pop. ou bras., e o último lus.): privada, sentina, cloaca, reservado, retrete ou retreta, casa-comum, comua, banco, cagatório, casinha, secreta, aparelho, banheiro, cafoto, cambrone, dejetório, gabinete, patente, quartinho e necessária.] 2.V. vaso sanitário. 3.Ant. Lugar onde se fazem dejeções; cloaca.

(3) Obsolescência: [Do lat. obsolescere, 'tornar-se obsoleto', + -ência.]1.O fato ou o processo de tornar-se obsoleto. 2.Econ. Redução da vida útil e do valor de um bem (equipamento industrial, p. ex.) devido ao aparecimento de modelo tecnologicamente superior. 



Obsolescência planejada. 1. Econ. A que decorre de ação deliberada do produtor, com o propósito de induzir a compra de novos modelos.

(4) Cético: céptico [Do gr. skeptikós, pelo lat. scepticu.] 1.Que duvida de tudo; descrente. 

2.Filos. Pertencente ou relativo ao cepticismo. 3.Filos. Diz-se do partidário do cepticismo. 4.Indivíduo céptico (1). 5.Filos. Partidário do cepticismo. [Var.: cético. Cf. séptico.]

(5) Estóico: [Do gr. stoikós, pelo lat. stoicu.] 1.Partidário do estoicismo (1). 2.Indivíduo estóico. 3.Relativo ao estoicismo. 4.Austero, rígido. 5.Impassível ante a dor e a adversidade.

4.6. Miopia – Basear-se de modo indevido nas informações que estão mais “prontamente” disponíveis – velho hábito do Ver-o-Peso.
Remédio: combater a preguiça e melhorar muito mais o treinamento dos colegas através do Programa Ver-O-Certo.

4.7. Auto-engano – Distorcer a evidência de fatos passados e presentes para proteger o ego – do legitimo paraense.
Remédio: meu querido e amado “Ver-o-Peso”...Vou ter que te abandonar de vez...com grande pesar!... E saber em definitivo que preciso de força de caráter para romper o vício da miséria que é de base espiritual.

4.8. Deixar de conferir seu processo de decisão – Não elaborar uma abordagem organizada para compreender acertadamente sua própria tomada de decisões e a de outros e assim servir de base abrangendo todos os envolvidos nas formulações dos futuros processos para que assim esses processos venham e ser; simples fáceis, sólidos, plenos ao cliente, lucrativos e conseqüentemente de sucesso...
        Remédio: para esquizofrenia (indicado por psiquiatra competente) - esse é o verdadeiro tipo “todo doido”!!!
â   RISCO (MAL) CALCULADO: uma coisa é acreditar, a outra é apostar no incerto e pular no vazio.

4.9. Não aprender com os erros do passado – olhe pelo retrovisor, ou seja, veja e entenda de uma vez por todas, o que e por que deu certo ou errado no passado, com você e com os outros e não repita os mesmos procedimentos fracassados ou obsoletos - não seja burro. Lembre-se que não há 100% de acerto, mas há 100% de recuperação.
        Remédio: Incapacidade de aprender com base em seus próprios erros, algo como irresponsabilidade e psicopatia.

4.10. Não fazer testes pilotosSe você já é um campeão amplie o espectro(1) das decisões em alguns momentos, diversifique os planos, aposte conscientemente em coisas que tenham chances baixas, para ter a experiência e o “aprendizado do fracasso” e assim reforçar os acertos – obviamente pouquíssimas fichas e tempo, só para sentir o gosto do fel(2)  ou treinar o sangue frio ou ainda ter o prazer perverso de ver o circo pegar fogo.
        Remédio: Aprenda com a historia do vira-lata que gostava de dar com a cabeça na parede porque era tão bom quando passava.

(1)  Espectro: [Do lat. spectru.] 1.V. fantasma (3): As revelações do espectro do Hamlet desencadeiam a ação da tragédia.2.Figura imaterial, real ou imaginária que povoa o pensamento; sombra, fantasma: Sentia-se vigiado pelos espectros dos antepassados.3.Aparência vã de uma coisa: Corre, desde moço, atrás do espectro da glória.4.Aquilo que constitui ameaça: o espectro da fome.5.Pessoa esquelética, esquálida; fantasma: Quem é este espectro que entrou na sala? 

6.Fís. Função que caracteriza a distribuição de energia numa onda, ou num feixe de partículas, e que exprime essa distribuição em termos de variáveis apropriadas (comprimentos de onda, freqüências, etc.). 7.Fís. Resultante de um processo, ou de um fenômeno, em que se observa ou registra um efeito proveniente da distribuição de energia numa onda ou num feixe de partículas. [Var.: espetro.]

Espectro antibiótico. 1. Terap. Variedade de germes sobre a qual atua um antibiótico, dizendo-se deste, conforme seja a amplitude dessa variedade, que é de curto espectro ou de largo espectro.
Espectro de banda. 1. Fís. Aquele em que a energia é distribuída em intervalos mais ou menos estreitos de comprimentos de onda. É o espectro emitido, p. ex., pelos gases moleculares quando excitados eletricamente.
Espectro de linhas. 1. Fís. Espectro de raias.
Espectro de raias. 1. Fís. Aquele em que só existe energia para comprimentos de onda muito bem determinados; espectro de linhas.
Espectro eletromagnético. 1. Fís. A distribuição das radiações eletromagnéticas em função do comprimento de onda [v. espectro (7)], desde os raios gama, de menor comprimento, até as ondas longas de rádio.
Espectro solar. 1. O espectro visível (q. v.), observado inicialmente por Isaac Newton (1642-1727), e que se pode obter pela decomposição da luz solar ao incidir sobre uma das faces de um prisma triangular transparente (ou outro meio de refração ou de difração), atravessando-o e projetando-se sobre um meio ou um anteparo branco.
Espectro visível. 1. Campo do espectro eletromagnético que abrange uma pequena faixa capaz de ser captada pela vista humana, faixa essa situada entre os raios infravermelho e ultravioleta, e que compreende as seguintes cores, em gradação contínua: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul e roxo.
De curto espectro. 1. Med. V. espectro antibiótico.
De largo espectro. 1. Med. V. espectro antibiótico.

(2)  Fel: [Do lat. felle.]1.Bílis (1). 2.Vesícula que contém bílis (1). 3.Fig. Mau humor, azedume; ódio. 4.Fig. Coisa muito amarga: Este remédio é um fel. [Pl.: féis e feles.]
Bílis: [Do lat. bilis, is.] 1.Líquido esverdeado, amargo e viscoso, segregado pelo fígado e que, por meio de sistema próprio de canais, é levado ao duodeno, participando, de modo importante, da digestão.2.Fig. Mau humor, irascibilidade, hipocondria. [F. paral.: bile; sin. ger. (pop.): fel.]

4.11. Não saber quando fazer uma nova decisão – sem desvirtuar-se e perder o foco, há momentos - e esses momentos sempre têm que ser obstinadamente incentivados – que é preciso a inovação, apostar em uma nova saída, modelo ou produto. Liberte-se do seu EU. Deixe “um pouco” de lado (um pouco não... muito) o “eu sei”, “eu acho”, “eu conclui”, o “eu que inventei” e saiba ouvir bastante outras pessoas – principalmente as de sucesso (clientes/concorrentes/mercado) para formar sua opinião abalizada(1) das supernovas e constantes tendências (evolução).

4.12. Uma dica que não poderia faltar – simples e eficiente – faça uma listagem de projeção das conseqüências da escolha com seus respectivos resultados positivos e negativos. Cheque tudo para ter certeza absoluta e trabalhe para melhorar ainda mais os pontos positivos e atenuar(2) ou transformar em positivo os pontos negativos e tenha o melhor remédio (planos B e C) com garantias caso ainda tenha a possibilidade de ocorrências negativas – e sempre tem.

CONCLUSÃO: as empresas que sabem que a informação certa é essencial para a melhor tomada de decisão (aprendizagem). Sabem, também, que estas informação devem ser absorvidas por aqueles que estão mais próximos dos clientes. As empresas que não treinam e assim permitem que seus colaboradores tomem decisões erradas tratam seu pessoal como se não tivessem cérebro e, portanto, os clientes como se não tivessem importância. Decisões lucrativas é procedimento e respeito a esses procedimentos.
A solução mais adequada e lucrativa sempre vira da análise mais objetiva, ponderada e profunda dos inúmeros fatores passado, presentes e projetados.

(1)  Abalizado: [Part. de abalizar.] 1.Marcado ou sinalizado com balizas. 2.De grande competência; idôneo, notável, competente:"No que levo dito dos jantares de dois me reporto ao testemunho de abalizadas autoridades" (Ramalho Ortigão, Em Paris, p. 125).


(2)  Atenuar: [Do lat. attenuare.] 1.Tornar tênue, delgado; fazer menos espesso; adelgaçar: 

medicamentos prescritos para atenuar o sangue.2.Emagrecer, emagrentar, adelgaçar: atenuar o corpo com dietas. 3.Reduzir a menos; diminuir, abater: 

"A cana se estendendo pelos claros abertos a fogo e a machado no mato virgem atenuou o mal da devastação." (Gilberto Freire, Nordeste, pp. 109-110.)

4.Tornar menos violento, ou menos grave, ou menos inconveniente; suavizar, amenizar, abrandar: Quis atenuar a verdade, contando apenas parte do que sabia.5.Reduzir a gravidade de (alguma infração ou crime). 6.Tornar-se menos violento, ou menos grave, ou menos inconveniente; suavizar, amenizar, abrandar: "O amor é uma forma de loucura e, como a loucura, tem suas alternativas; agrava-se subitamente hoje, amanhã se atenua sem sabermos por quê." (Ciro dos Anjos, Abdias, p. 65.) 7.Tornar-se mais tênue; adelgaçar-se.


5. DECISÕES INOVADORAS – a melhor forma de prever o futuro é criá-lo

Cada vez mais o sucesso e a satisfação pessoal dependem da habilidade de fazer escolhas adequadas. Com freqüência, as pessoas são instadas(1) a tomar uma decisão que pode modificar a sua vida pessoal e a de muitas outras. E devem fazer isso sem ter muito tempo para pensar. Ou você decide, ou alguém decide em seu lugar. A vida pessoal e profissional há bem pouco tempo atrás não pertencia propriamente ao seu dono.

Atualmente cabe a você escolher se vai casar, com quem e de que forma. Até casamento homossexual pode.

Você pode escolher quais as profissões e cursos vai fazer, isso inclui a internacionalização do trabalho. Quais línguas irá falar e mais e mais cursos de música, dança e arte. No mercado financeiro qual sua previdência privada, enfim, suas aposentadorias, suas formações profissionais, seus trabalhos, casamentos, suas decisões foram p-r-i-v-a-t-i-z-a-d-a-s e levadas ao plural. Tudo passou a ser de sua exclusiva responsabilidade, como Deus determinou. Agora, cabe apenas a você – e somente a você – decidir o caminho a seguir, onde quem faz seu limite é você. Há várias decisões cruciais envolvidas, a partir dessa nova realidade, onde você VOTA e participa de tudo.

Desde o tempo dedicado aos filhos – o que não era cobrado antigamente – até o que fazer com o tempo livre – que não existe.

O homem sabe hoje, muito mais do que sabia há 100 anos, mas, veja bem – não que ele tenha evoluído humanamente. Tem o apoio de computadores, naves e satélites espaciais e conta ainda com a experiência didática dos muitos equívocos históricos para orientá-lo.

(1) Instar2: [Do lat. instare.] 1.Pedir, solicitar, com instância: A carta instava que atendesse o pedido da visita.2.Pedir, solicitar, com instância; insistir: Instei-o a que me acompanhasse. 3.Pedir com insistência; solicitar reiteradamente; insistir: Só consentiu em comparecer depois de muito lhe instarem; "Na oficina o fato causou alvoroço ....: instavam em que ele narrasse as peripécias." (Mário de Alencar, Contos e Impressões, p. 119); "Tinha [Ladislau Neto] amigos influentes e poderosos na política de sua terra natal, que instavam sempre pela sua adesão." (Abelardo Duarte, Ladislau Neto, p. 187).4.Pôr ou fazer instância, argumentando; questionar: Instou violentamente contra a resposta que lhe deram.5.Pedir com insistência; solicitar reiteradamente; insistir: "De novembro em diante insta [Renan] com a irmã para que volte da Polônia." (Machado de Assis, Páginas Recolhidas, p. 153.) 6.Estar iminente, próximo a suceder, a ocorrer:Sabia que um grande perigo instava.7.Persistir, insistir: Perante a resposta negativa, não instou.8.Ser necessário ou urgente; urgir: Insta que partamos.9.Solicitar, insistir: Não pretendia aceitar o convite, porém ele instou, e terminei acedendo. [Pret. imperf. ind.: instava, .... instáveis, instavam. Cf. instáveis, pl. de instável.]

Isso tudo sob a orientação de técnicos especializados e de executivos com formação acadêmica impecável, mas apesar de tudo, ainda continuamos a tomar decisões erradas.

Boa parte dos erros de avaliação ocorrem por falta de informação – ou de formação, ou seja, equivocamo-nos por não estarmos maduros o suficiente, principalmente no aspecto emocional, para enfrentar positivamente a escolha/decisão/realidade. Há indicação, no entanto, de que a maioria dos erros deve-se a forma como as pessoas decidem, ou seja, ao processo num todo adotado para tomar a decisão.

Tão importante quanto escolher direito é aprender, também, a fazer isso de forma feliz ou, no mínimo, serena.

O homem possui uma busca e capacidade natural de analisar e solucionar problemas é essa característica que nos dá mais possibilidade de sobrevivência e não a compleição(1) física.

Os estudos mostram, no entanto, que, agindo de forma solitária, a mente humana pode ser traiçoeira quando apresentada a um dilema.

Por incrível que pareça, descobriu-se que as pessoas costumam começar a discussão de um problema, pela conclusão, geralmente apontando uma saída pela qual já possuem maior simpatia (vontade) ou pensa que tem conhecimento.
Infelizmente simpatiza-se em geral com a primeira solução que vêm à cabeça, que se pensa viável (muitas vezes aquela velha solução fracassada... memória emocional).

(1)  Compleição: [Do lat. complexione.]1.Constituição física de alguém; constituição,   organização: "Apesar da compleição robusta, nunca fora das melhores a saúde do escritor [Lima Barreto]." (Francisco de Assis Barbosa, A Vida de Lima Barreto, p. 215.) 2.Disposição de espírito; temperamento, inclinação.

Mesmo diante de um problema novo, buscando respostas conhecidas que nos dêem “conforto” ou que mantenha ou “melhore” nossa imagem junto aos companheiros, à mãe, ao pai, à mulher, ao marido e aos demais parente e “artistas” que nos cercam. Satisfazendo as expectativas deles, suprimos nossas carências emocionais.

Chega-se, talvez, ao acerto por meio do sistema de tentativa e erros que com a sua conseqüente exaustão, muitas vezes a solução acaba ficando clara. Portanto, recomenda-se cautela quando se fala em “pensar” a respeito de um problema. Não basta sentar-se num canto, fechar os olhos e “diz que” meditar, quando agimos dessa forma, nós e as pessoas tendemos a adotar soluções com base em impulsos, aparentemente ignoramos até mesmo os aspectos mais simples, como se pulássemos de pára-quedas sem antes verificar se as cordas estão em ordem ou qualquer outra coisa óbvia. Tipo: onde vou descer?

Os trabalhos sérios a respeito de processos decisórios responsáveis afirmam que as melhores decisões tomadas, pelo menos quando se trata de um tema significativo e sério, costumam ser tomadas de forma mais disciplinada e responsável, nesses casos, a simples ajuda de papel e lápis é de uma eficácia incrível.

É necessário redigir os prós e os contra, em duas colunas separadas de todas as opções em jogo como forma de se organizar para avaliá-las perfeitamente, sem esquecer de nenhum. É necessário tê-las sempre diante dos olhos. Isso ajuda muito. Exige das pessoas que se esforcem.

O importante é que você pesquise bastante e anote as conclusões da pesquisa. Tais procedimentos não garantem a realização de um bom negócio, por exemplo, até porque o risco de errar é parte do processo decisório e do negócio. O que se pode fazer é minimizar RESPONSAVELMENTE esse risco através dos anos de estudos sistematizados, das anotações (casos), da assimilação com disseminação desses aprendizados.

Executivos, militares e governantes desenvolveram uma série de ferramentas que auxiliam no processo de tomada de decisões. Muitas delas envolvem a adoção de matrizes ou modelos matemáticos mais completos.

A idéia básica, no entanto, é sempre a mesma: reduzir a subjetividade(1) à sua porção necessária e ainda fazê-la reduzidíssima.

O primeiro-ministro britânico Winston Churchill dizia que não erramos sozinho, pois costumamos repartir o processo de tomada de decisões com outras pessoas, além do mais quando você toma suas decisões pessoais, sempre atinge outras pessoas.

Decisões sérias é processo que envolve seguidas consultas abalizadas(2). A adoção de uma metodologia reduz a impulsividade das decisões e dá a quem vai decidir munição objetiva para fazer um julgamento concreto e pessoal de cada possibilidade em jogo (alternativas).

Muita gente se refere à intuição como uma capacidade sobrenatural que alguns teriam de parecer prever o futuro ou de fazer adivinhações. A intuição que interessa aos cientistas, no entanto, não é isso. A ciência define a intuição como a contribuição pessoal dos indivíduos para a solução dos problemas. Pessoas mais bem treinadas e mais bem formadas têm condições de intuir o melhor rumo a seguir.

Praticamente todos os processos que envolvem a tomada de decisões importantes chegam a um ponto em que dúvidas concretas foram esclarecidas, mas ainda assim não há meios concretos e absolutamente certos de optar por este ou aquele caminho. Governantes e executivos experientes não têm tempo para fazer cálculos complexos antes de cada uma de suas decisões.

(1)  Subjetividade: [De subjetivo + -(i)dade.] 1.Qualidade ou caráter de subjetivo. 2.Filos. Domínio do que é subjetivo. Subjetivo: [Do lat. subjectivu.] 1.Relativo a sujeito. 2.Existente no sujeito. 3.Individual, pessoal; particular: 

É muito subjetiva a sua visão do assunto.4.Passado unicamente no espírito de uma pessoa. 5.Diz-se do que é válido para um só sujeito e que só a ele pertence, pois integra o domínio das atividades psíquicas, sentimentais, emocionais, volitivas, etc. deste sujeito. [Cf., nesta acepç., objeto (9).] 6.Filos. Que provém de um sujeito enquanto agente individual, ou coletivo. [Cf., nesta acepç., objeto (10).] ~ V. direito —, idealismo —, material —, novação —a, pronome — e vertigem —a. 7.Aquilo que é subjetivo.

(2) Abalizado: [Part. de abalizar.] 1.Marcado ou sinalizado com balizas. 2.De grande competência; idôneo, notável, competente: "No que levo dito dos jantares de dois me reporto ao testemunho de abalizadas autoridades" (Ramalho Ortigão, Em Paris, p. 125). Balizar: [De baliza + -ar2.]1.Marcar com balizas; demarcar, delimitar, abalizar. 2.Determinar a grandeza de; orçar. 3.Verificar por meio de furo a cavação de (as canoas). 4.Limitar, restringir. 5.Separar; distinguir.

A equipe que os segue (assessoria técnica) se encarrega da fatia inicial desse trabalho, e eles (os líderes) entram com a experiência pessoal – com a intuição. A essa altura, a decisão costuma caber a um homem só, os computadores, os conselhos e as pesquisas não podem mais ajudar. As decisões não são RACIONAIS.

As pessoas estão quase sempre com momentos delicados e diante de problemas de ordem sentimental que envolve apenas a tão somente emoção, nessas horas, é impossível pensar em regras.

Segundo os cientistas há um componente biológico no processo de tomada de decisões. Nos primórdios da evolução, quando um de nossos ancestrais encontrava um desconhecido, tinha de decidir em instantes se estava diante de um amigo ou de um inimigo. Um erro de julgamento podia significar a morte e ainda é e sempre, será assim. Sobrevive e vive melhor aquele que rapidamente sabe escolher melhor. Os que aprenderam a identificar mais rapidamente as expressões (sentimentos), como raiva e alegria, deixaram mais descendentes. Nesse caminho o Homem aprende primeiro a se defender e só depois a examinar o problema. É o que se chama de reação instintiva. Um ruído mal percebido na mata podia vir de um potente agressor ou simplesmente ser um leve sopro de vento.

O cérebro foi instruído a fazer a defesa primeiro, e os questionamentos, depois. Por isso, é difícil aprender formas novas de sobrevivência. No momento da decisão, podemos ter a impressão de que escolhemos livremente, mas isso nunca acontece. Seria engano pensar que agimos como senhores absolutos de nossas escolhas, até porque, além de nossas emoções (psicológico) há a influência da antecipação das nossas necessidades físico-químicas-fisiológicas (carências), que determinam, também, todos os nossos vícios, necessidades, preferências e influem diretamente em nossa sobrevivência.

Decisões são frutos de um momento da história, de estações climáticas, dos valores, das crenças, dos preconceitos vigentes, fases e histórico político-socioculturais – assim como esgotamento de recursos.

Na idade média, acreditava-se que os padres podiam fazer milagres e organizavam-se procissões com a finalidade de acabar com a peste. Sabe-se hoje que: Aglomerações de seres vivos facilitam a propagação de doenças infecciosas e que a fé a intenção (emanação de pensamentos) bem assistida continuam valendo, e muito.

As pessoas ainda crêem em uma infinidade de mitos, umas devido a fé, outras por comodismo, outras por falta de informação ou pura ignorância, outras pela mais pura burrice mesmo. Mas na verdade mesmo, as pessoas só se mexem quando se percebem ameaçadas. Exemplo: por perdas físicas e sofrimentos psicológicos.

O efeito das convicções coletivas sobre as decisões é forte, daí porque costumamos decidir com base em fatos conhecidos, veja o que parece te ocorrido com os dinossauros, parece que eles não notaram que o clima na terra tinha mudado e não se adaptarão aos novos tempos. Resultado, já eram!!!! Analisadas em perspectiva(1), as escolhas individuais acabam sendo incrivelmente parecidas, como se as pessoas tivessem resolvido o dilema em grupo. E é justamente nessas horas comuns que os “gênios” aparecem.

Pesquisas mostram que executivos bem sucedidos geralmente têm forte disposição para quebrar velhos paradigmas, veja bem, ninguém esta falando aqui de tolice; gênios da ciência, grandes líderes, empresários de sucesso conseguem ver verdadeiras soluções e caminhos lucrativos, mais rápidos e “mais fáceis” onde ninguém enxerga nada, por isso inovam com rupturas constantes – são neofilos(*) – são pessoas que amam o novo.


(1)  Perspectiva: [Do lat. perspectiva.]1.Arte de representar os objetos sobre um plano tais como se apresentam à vista. 2.Pintura que representa paisagens e edifícios a distância. 3.Aspecto dos objetos vistos de uma certa distância; panorama: "Quão tristonhos e acanhados lhe pareceram .... os horizontes e os outeiros de Congonhas do Campo à vista das risonhas campinas e largas perspectivas da fazenda paterna!" (Bernardo Guimarães, O Seminarista, p. 97.) 4.Aparência, aspecto:"Ele [o homem] gosta de se contemplar, através da Saudade, — essa distância espiritual, que dá perspectiva eterna ao seu frágil ser transitório." (Teixeira de Pascoais, Obras Completas, VII, p. 115.)5.Aspecto sob o qual uma coisa se apresenta; ponto de vista:  Numa perspectiva egoística, tais atos não são condenáveis.6.Expectativa, esperança, probabilidade: A perspectiva de uns dias de folga calmou-lhe os nervos. [Var.: perspetiva.]


Em perspectiva. 1. Fig. Esperado no futuro.

(*) Nota do Autor:  Ne(o)-:[Do gr. néos, a, on.] 1.= 'novo', 'moderno': neolatino, neologia. [Seguido de hífen antes de vogal, h, r ou s (seguido de vogal). Equiv.: -ne(o)-: filoneísmo.] [Em química, como antepositivo, indica a presença de duas metilas e uma alquila ligadas a um carbono que, por sua vez, se liga a um metileno, ao qual está ligado um grupo funcional: álcool neopentílico.] fil(o)- 2:[Do gr. phílos, B, on (R).] 1.= 'amigo', 'amante'; 'atraído por', 'que tem afinidade com'; 'que vive em': filocínico. [Equiv.: -fila2, -filia (q. v.), -fil(o)-2, -filo2: xantófila; hemofílico, germanófilo, liófilo, rizófilo, xilófilo.]

20% das pessoas ficam paralisadas diante da necessidade de fazer uma escolha. No jargão(1) dos psicólogos, elas “travam” – e dão um jeito de adiar ao máximo uma decisão imperativa. Para esse grupo de indecisos pertinazes(2) a recomendação dos especialistas é que encarem sua dificuldade em tomar decisões como um distúrbio psicológico. Indecisão crônica é um traço de personalidade destrutivo, pior que a timidez, o medo e a mania de perseguição.

A indecisão atrapalha não apenas o procrastinador, mas também, aqueles que o cercam.

Embora o ser humano possa aprender ao longo da vida a decidir o que vai fazer ou falar com base em fatores explicáveis ou controláveis, a realidade mostra que o processo de escolha acaba, muitas vezes, sendo influenciado por um ingrediente externo até então incontrolável que pode ser chamado de acaso/coincidência ou outra coisa qualquer, como fatalidade, acidente, e fatores climáticos.

Pense sobre isso: pessoas acometidas do mal de Alzheimer que é a perda progressiva da memória nos passam a sensação clara de que estão ficando burra.

(1)  Jargão1: [Do fr. jargon.] E. Ling.1.Linguagem corrompida. 2.Língua estrangeira que não se compreende. 3.Gíria profissional: "Para eles [os doutores javaneses] é boa literatura a que é constituída por vastas compilações de cousas de sua profissão, escritas laboriosamente em um jargão enfadonho com fingimento de língua arcaica." (Lima Barreto, Histórias e Sonhos, p. 55.) 4.Fase mais rudimentar de um pídgin em que predominam as soluções individuais para os problemas levantados pela comunicação entre falantes de línguas diferentes; pré-pídgin. 5.No desenvolvimento da linguagem infantil, enunciados ininteligíveis, embora com padrão entonacional de sentença, que marcam o final da fase de balbucio. [V. aquisição (4).] 6.Enunciação de palavras ininteligíveis que caracteriza certos tipos de desordens da linguagem, como a afasia. [Pl.: jargões.]


(2)  Pertinaz: [Do lat. pertinace.] 1.Muito tenaz; obstinado, persistente, teimoso, pervicaz: 

 É pertinaz como poucos, alcança quanto deseja;"E isto trazia conjuntamente outra idéia, que nesses últimos dias já o atravessara, pertinaz e torturante" (Eça de Queirós, Os Maias, II, p. 165). [Superl. abs. sint.: pertinacíssimo.]

PENSE DUAS VEZES
                                                                                                   
                                                                                                     “De Mark Washburn por                                                                                                              Gabriel Penna”
O Especialista em fracassos de executivos, SYDNEY FINKELSTEIN, professor americano de estratégia na Escola de Negócios de Tuck, nos Estados Unidos ele nós diz nesta entrevista como o raciocínio humano pode induzir ao erro.

O que leva um profissional a tomar uma decisão errada? Seria falta de conhecimento, inexperiência, pressão? Essa pergunta consumiu anos de estudos do americano Sydney Finkelstein, professor de liderança e estratégia da Escola de Negócios Tuck, uma das mais renomadas dos Estados Unidos. Sua pesquisa já deu origem a dois livros:
 — “Por Que Executivos Inteligentes Falham (M.Books)” e “Pense de Novo”, recém-lançado nos EUA, sem previsão de publicação no Brasil —, que reúnem casos de fracassos de executivos de grandes corporações, como Motorola e ABN Amro. Nesta entrevista, o especialista dá dicas para evitar as armadilhas que aumentam o risco de erros no trabalho.

- Quais os erros mais graves cometidos nas empresas?

“Há 3 (três) tipos principais de erro”:
1.     O de raciocínio estratégico, quando um profissional toma uma iniciativa, desenvolve um projeto ou lança uma estratégia baseado em suposições equivocadas ou ultrapassadas.
2.     Outro problema grave é a comunicação falha entre gestores, funcionários e parceiros externos.
3.     E, existem ainda os erros de liderança. Os piores acontecem quando o profissional adota um estilo estritamente hierárquico de liderar, em que o único ponto de vista que importa é o do “chefe/patrão” e não o da “melhor idéia lucrativa”. Por incrível que parece ainda existem por aí pessoas que acreditam não só ter sempre razão como ser dona de tudo, inclusive da verdade.

- Em seu último livro, o senhor fala de armadilhas que levam as pessoas a tomarem decisões erradas. Quais são elas?


ü  “Para avaliar um problema, muitas vezes recorremos ao que chamo de experiências enganosas, que são memórias muito antigas, que muitas vezes já nem temos consciência, mas que nós parecem similares à situação que estamos enfrentando, mas não são. Elas confundem nosso raciocínio porque nos fazem reconhecer incorretamente um cenário/ um instante que seja. Além disso, a emoção ligada a essa experiência (tão) anterior nos dá uma pista clara e errada de como agir no novo momento. Experiências enganosas (sombras do passado) respondem por mais da metade das decisões malsucedidas.

ü  Outra armadilha é o interesse pessoal inapropriado ou exclusivo, o que se choca com as responsabilidades do profissional para com seus clientes internos e externos e conseqüentemente para com os outros públicos. Boa parte da culpa pela atual crise financeira, por exemplo, se deve ao conflito de interesses exclusivos de banqueiros altamente remunerados e um sistema financeiro estável que não privilegiava a produção de bens e serviços. 

ü  E, um último risco para as decisões é o apego ilógico muito forte a pessoas e coisas. Num momento como este em que muitas organizações estão demitindo e vendendo ativos, certas “lealdades” podem impedir que essas decisões sejam objetivas e racionais.

- O que vale mais para saber-mos se um profissional tem propensão a errar, ou mesmo ao erro e ou fracasso: Seria a sua formação, a sua experiência, a sua inteligência ou o seu comportamento?

O comportamento é o fator primordial. As atitudes pregressas de uma pessoa são ótimas pistas sobre o que (e como) ela muito provavelmente vai vir a fazer no futuro”.

- Que tipos de comportamentos costumam gerar mais erros?

1.     Os mais nocivos são ignorar outros pontos de vista.
2.     Se recusar a aprender com os erros, ou seja, amadurecer com os erros.
3.     Achar que sabe mais do que os outros. Pavulagem maior que o talento.
4.     Agarrar-se às suas convicções sem questioná-las. Presunção e, por fim,
5.     Ignorar o talento das pessoas. auto-suficiência e centralização.

- Que tipo de informação ajuda um gestor a evitar erros?

“Ele não pode se pautar por rumores. Para isso, deve se munir constantemente de novas experiências, dados e análises precisas. É fundamental ouvir/comparar o que clientes, fornecedores, empregados e outras partes envolvidas no negócio têm a dizer. Ao fazer isso, o risco de uma decisão equivocada pode vir a ser reduzido na fonte. Porém, os erros mais graves acontecem quando esses gestores se recusam a aceitar a realidade que as informações e muitas vezes fontes de fatos históricos lhes apresentam.”

- Muitas empresas pedem que as pessoas sejam inovadoras, mas, por outro lado, não toleram riscos e erros. Não é uma contradição?

“Esse é um desafio permanente. A inovação floresce quando há tolerância ao erro e recompensa ou lucro, mas em qualquer empresa as pressões muitas vezes levam os funcionários a assumir menos riscos. Por isso, é fundamental que os gestores estimulem inovações, mas que também estabeleçam controles rígidos ao desenvolvimento e as salvaguardas do ‘erro honesto’.”

- Que salvaguardas são essas?

ü  A primeira delas é promover debates em grupo para questionar as crenças e suposições tortas e enviesadas das pessoas. O processo de discussão ajuda a expor e a questionar visões tendenciosas.

ü  Em grandes ou pequenas organizações, uma maneira típica de trazer uma perspectiva mais objetiva da realidade e assim desafiadora a acomodação é formar um grupo de decisão e ação com diferentes visões – equipe multiplisciplinar. Se esse debate em equipe ainda é insuficiente para desafiar um ponto de vista muito arraigado na empresa é bom que exista uma equipe “sênior” de governança, que poça criticar e aprovar, ou não, a proposta do grupo de decisão.

ü  Uma última proteção é elevar o rigor do monitoramento na execução das decisões – planos de ação e processos, para que as mudanças de rota sejam feitas assim que as necessidades forem identificadas.

A BÍBLIA: UM LIVRO PARA TODOS
O QUE ELA TEM A NÓS DIZER?

“É indispensável: Ou acabar tudo rapidamente e sem demora mediante algumas gotas de ácido prússico, ou encerar a vida alegremente”
Henri Beyle, o Stendhal (1783-1842), escritor francês.

- “A palavra do nosso Deus dura para sempre.” Isaías 40.8

- Quando estou tomando uma decisão:
“Confie no Senhor de todo o coração e não se apoie na sua própria inteligência. Lembre de Deus em tudo o que fizer, e ele lhe mostrará o caminho certo.” Provérbios 3.5-6

- ...Passando por uma situação de desgraça:
“Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem ele chamou de acordo com o seu plano.” Romanos 8.28

- ...Precisando de orientação:
“Ó Senhor, ensina-me os teus caminhos! Faze com que eu os conheça bem. Ensina-me a viver de acordo com a tua verdade, pois tu és o meu Deus, o meu Salvador. Eu sempre confio em ti”. Salmo 25.4-5

- ...Enfrentando uma tentação:
“ As tentações que vocês têm de enfrentar são as mesmas que os outros enfrentam; mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tentações que vocês não têm forças para suportar. Quando uma tentação vier, Deus dará forças a vocês para suportá-las, e assim vocês poderão sair dela.” 1Coríntios 10.13

- ...Me sentindo solitário:
“ Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de vocês.” 1Pedro 5.7

- ...Cansado e desanimado:
“ Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso. Sejam meus seguidores e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e você encontrarão descanso.” Mateus 11.28-29

Decisões Criativas
PROGRAMA “BEM NA FOTO”
Exercícios para Avaliação - Parte II

1.     Quantas e quais são as instituições voltadas para a discussão da decisão a nível empresarial e qual o objetivo de cada uma delas?
2.     Cite quais são os principais erros cometidos pelos tomadores de decisão e o que fazer para correr riscos calculados?
3.     O que é improvisação e qual o remédio?
4.     O sucesso e a satisfação pessoal dependem cada vez mais de quê?
5.     Complete: tudo passou a ser de sua exclusiva responsabilidade, como.........................................
6.     O que os trabalhos sérios sobre processos decisórios responsáveis afirmam a respeito das melhores decisões tomadas?
7.     Quais são as pessoas que têm condições de intuir o melhor rumo a seguir?
8.     Complete: decisões sérias...........................................................................
9.     Por que os dinossauros desapareceram?
10.      O que acontece quando se adota uma metodologia para tomada de decisões?
11.      Faça 2 (duas) perguntas de sua própria autoria sobre o texto e responda-as.

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